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Oi, oi pessoas!
Vocês sabem que eu amo As Crônicas de Nárnia, e por esse motivo eu vou passar o Nárnia Day aqui com vocês. Falando um pouco sobre o que eu sinto quando o assunto são essas terras mágicas.
Completando 65 anos, nossa velha Nárnia criada por C.S Lewis já recebeu muitos visitantes, além dos reis e rainhas que contemplaram suas páginas, mais de 85 milhões de leitores já entraram nesse reino e conheceram as terras mágicas que o rodeiam.
Cada lugar de Nárnia é especial, sempre que estou aqui me sinto bem. Até quando tenho que ir no Reino Profundo, porque mesmo nesses lugares que viveram pessoas más eu ainda consigo sentir a áurea dos que ali batalharam para manter nossas terras salvas.
E falando em batalhar, quem não se lembra das velhas batalhas de Nárnia? Vivemos tempos difíceis e tivemos que lidar com grandes obstáculos para finalmente chegarmos onde estamos hoje. Quem sabe até já não nos encontramos no campo de batalha? Sinto que muitos de vocês também estavam lá. Espero que do lado certo em?!
Um dia desses eu estava andando pelas Tumbas dos Antigos Reis e encontrei o Caspian, que aliás em?! Passa dia, passa mês, mas esse homem só fica mais bonito ai ai. Bom, então começamos a andar por ali e a relembrar do dia que ele encontrou os Pevensie pela primeira vez. É engraçado pensar em como começou, como Rei Pedro ficou receoso e no final confiava tanto no Telmarino que deixou sua espada com ele.

Falando em criança, Susana acabou que cresceu demais. Como será que ela vive hoje? Será que se arrepende de algo que fez ou deixou de fazer? Será que ela passa as noites relembrando as brincadeiras de esconder que Lúcia tanto gostava? Podem dizer o que quiser, eu ainda acredito que no fundo ela sente a presença de Aslam dentro dela.
Eu já contei para vocês que na Arquelândia fiz muitos amigos? São vários descendentes de reis que eu conheci há quase dois anos enquanto andava por ali. Jeo, Murilo, Vic, Julie, Matt, Tai, Vivi e até a Celeste que gosta de falar tanto, fazem parte da União Narniana e deixam tudo aqui muito mais animado do que antes.
Gosto de ir em Avra para descansar, pensar, refletir. Como seria a minha vida se eu não tivesse entrado aqui? Como seria viver longe das terras e dos habitantes de Nárnia? Será que eu teria encontrado outro mundo que me preenche tão bem quanto esse?
Muitos dos que passaram por aqui já tiveram seu fim. Alguns por causa do tempo, outros por circunstâncias, mas uma coisa é certa: Ninguém que vem em Nárnia é esquecido. Todos deixam suas histórias e experiências que são mantidas durante as gerações e relembradas tão fielmente quanto aquelas mais famosas. As vezes por uma pessoa, outras por várias. Mas uma vez Narniano, sempre Narniano.
Então eu continuo vivendo por aqui sem medo. Indo pegar laranjas com o burro Confuso em Cavacópolis, visitando o antigo lar do Sr Castor, subindo ao Monte Aslam unicamente para sentir sua presença, e sem esquecer de ir ao Eremitério para visitar o Eremita. Sempre que posso também vou em Cair Paravel, porque aquele castelo que já foi tantas vezes reconstruído é uma das maiores certezas que Nárnia vale a pena.
Assim como o castelo que lhe completa, Nárnia já passou por muita coisa, recebeu muita gente, lidou com grandes desafios. Mas no final, com trem ou sem ela ainda está aqui, aberta para quem quiser visitar. Basta acreditar e achar o portal mais próximo.
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Gênero:Psicológico, Horror, Supernatural
Produtora: MadHouse
Ano: 2000
Número de Episódios: 12
A história situa-se em uma cidade japonesa, cujo nome não é mencionado, um mês depois de que um pilar de luz apareceu na escuridão da noite, cinco anos antes de uma série de assassinatos. Boogiepop Phantom contém uma gama de personagens, em sua maioria estudantes do ensino médio, que são testemunhas do incidente e suas conseqüências. Na época da série, os alunos dessa escola começam a desaparecer e se culpa a Boogiepop por isso, que, de acordo com uma lenda urbana, é a personificação da Morte.
Um estranho feixe de luz aparece no meio da noite, e aparentemente provoca uma alteração no campo magnético, deixando uma aurora visível, e desde então, misteriosamente alguns jovens começam a ganhar poderes especiais.
Alguns jovens também começam a desaparecer misteriosamente, e esses desaparecimentos são ligados a lenda urbana de Boogiepop, mas será que o Boogiepop realmente existe? O que o feixe de luz tem a ver com isso? Por que esses jovens foram escolhidos? Passado e presente tem alguma ligação?
E então temos uma garota que resgata memórias, um fantasma, um garoto repleto de esperança e felicidade, um humano diferente e uma estudante curiosa e solitária. Estamos em Boogiepop Phantom.
É difícil falar de Boogiepop, porque esse anime carrega uma trama extremamente tensa, reflexiva e muito, muito macabra. Mas como é um dos meus três animes favoritos da vida, resolvi falar sobre ele, que com certeza também é uma ótima opção para o mês do terror.
Lançado em Janeiro de 2000 pelo Madhouse, o anime possui 12 episódios que foram distribuídos em três meses de muito terror e paranoia.
A cada episódio temos um personagem no foco, e ele torna-se o narrador, e muitos deles já estão bastante perturbados, mas mesmo assim eles nos mostram como suas escolhas do passado, juntas ao feixe de luz transformaram suas vidas. Sempre utilizando muitas metáforas e referências que servem para nos aproximar mais a eles.
São narrados fatos ocorridos em até cinco anos no passado, então dessa forma estamos sempre viajando no tempo e mesclando os acontecimentos do presente com os flashbacks.
Eu não gosto muito de flashbacks, algumas vezes sinto que eles deixam a história um pouco presa, mas definitivamente isso não acontece aqui, porque estamos tão torturados com o que acontece que só conseguimos tentar a todo custo entender os personagens e suas histórias, o que aliás fica mais interessante já que temos no mesmo lugar diferentes tempos com casos distintos, mas ao mesmo tempo muito parecidos.
Em Boogiepop as histórias parecem não ter nenhuma ligação, e essa pode ser a maior dificuldade para quem o segue. Como cada episódio foca em um personagem, parece que estamos acompanhando contos e personagens distintos que nunca terminam realmente a sua história.
Mas quando realmente chegamos ao fim percebemos que esse era objetivo do Takashi Watanabe o tempo todo, e então começamos a juntar o que nos foi oferecido nos últimos episódios para finalmente entender.
Eu não poderia deixar de falar da trilha e dos efeitos sonoros que foram utilizados. A música de abertura é incrível! Possui uma letra fiel, além de ser arrepiante. Os sons foram extremamente importantes para deixar as coisas mais obscuras e cheias de suspense.
"Durante aquela tarde
Uma chuva de luzes passou por nós
Nós corríamos juntos
no asfalto molhado perto do mar"
Boogiepop Phantom não é uma história simples e fácil de ser entendida. É um anime muito complexo, carregado de suspense, drama e horror. Você tem que mergulhar de cabeça e tentar capturar a maior quantidade de detalhes que conseguir.
Originalmente Boogiepop Phantom, foi baseado da série de ligh novels, que era somente "Boogiepop", a franquia ainda ganhou uma adaptação para mangá, filme live-action e CD's drama.
Esse deve estar com certeza na lista de 100 animes para ver antes de morrer, porque além de ser uma ótima animação, possui uma história incrível!



