Editora: Leya
Ano de publicação: 2011
Número de páginas: 224
Nota: 5/5
Estamos no século XVIII, na Inglaterra georgiana. Como todas as gerações de sua família, Chloe Wherlocke possui habilidades especiais, e o seu dom é enxergar além da visão física. Em 1785 ela prevê a morte de uma mulher que acabara de dar à luz e toda uma trama para atender a motivos escusos. Ao encontrar uma criança abandonada ao lado do corpo da mãe, ela salva o bebê e o cria escondido do mundo. Fazia isso por amor, mas talvez houvesse neste gesto alguma força do destino… Com o passar dos anos, Chloe descobre que o encontro com a criança não havia sido uma simples coincidência e nota, pouco a pouco, um desenrolar de acontecimentos que envolviam todos os membros de sua família, num jogo de traições, mentiras e assassinatos. Consciente de tudo, ela precisa ser rápida para salvar a vida do pai do menino, o conde Julian Kenwood, e avisá-lo que o filho não morreu. Mas, ao se aproximar da família Kenwood, Chloe percebe seu sentimento de proteção por Julian se transformar enquanto a cada momento tudo fica mais perigoso.
Fazia um bom tempo que eu não lia um romance de época, nunca me interessei muito, para dizer a verdade eu não gostava muito. Mas veio A Vidente e queimou minha lingua (como sempre né).
A Vidente é o primeiro livro da série Wherlock, que fala sobre uma familia e seus dons. Neste livro conhecemos Chloe Wherlocke ela tem um dom e consegue pressentir as coisas que ainda irão acontecer, e são os seus dons que a levam até Lorde Julian Kenwood.
Tudo se inicia com a gravidez da irmã de Chloe. Chloe prevê que o bebê não resistirá.
Enquanto isso se passa com as irmãs Wherlock, ocorre uma trama para que Lorde Kenwood não tenha seu filho primogênito. Sua esposa está grávida, mas não quer o filho. E logo após o nascimento deste ela pede para que dois funcionários, façam a troca de bebês, pegando o sobrinho morto de Chloe e deixando seu filho nos braços da mulher quase morta.
Ao fazer isso a megera acha que o herdeiro Kenwood morrerá, mas Chloe prevê e se esconde na casa da irmã e quando os homens saem de casa ela cuida do mesmo. E isso automaticamente aproxima Chloe de Julian.
E a partir deste momento Chloe e seu primo irão ajudar Julian muito mais do que ele imagina, pois há um plano para que ele morra e sua fortuna seja tomada pela sua esposa.
Eu amei esse livro tem aquele toque de romance de banca, mas que é super interessante.
Chloe é uma personagem moderna ( para a sua época é), a história se passa no século XVIII. Ela não segue regras, não cumpre as obrigações da época. Mas ela também é delicada e frágil.
Julian o contrário do que vemos no inicio do livro é honesto, dedicado e um homem com muitas qualidades.
E temos também o Leo. Ele é primo de Chloe e é uma ótima pessoa, atento, observador e engraçado e tem uma cena muito engraçada que ele participa entre Chloe e Julian.
Tem uma história apaixonante e cheia de ação, sem contar que em certas partes o livro tem cenas picantes com bastante detalhes. Não é um livro recomendável para pessoas que não tem vamos dizer, a mente aberta.
