Oi, oi pessoas!
Hoje a resenha é especial. Foi feia pela Marcela do O Cantinho Literário. Nós duas estamos fazendo um teste para ver se um projeto que possuímos em conjunto dará certo.Editora: Geração
Ano: 2008
Páginas: 230Nota: 4/5
Sempre duvidam da esperteza de uma criança, já repararam? Elas são limitadas a viver. Crescem da maneira que os pais julgam certo, porém, de uma forma engraçada, a criança já vem ao mundo com aquele toque especial. Não sei o que mais me emocionou em Como viver eternamente: Os personagens ou o enredo.
Sam possui 11 anos, porém, o que o diferencia das outras crianças de mesma idade é seu câncer. Mesmo lutando, ele sabe que não conseguirá sair vivo desta. A tentativa de levar uma vida normal, mesma característica encontrada no famoso livro de John Green “A culpa é das Estrelas”, é praticamente impossível, e todos os seus esforços são em vão.
Um ponto intrigante, porém muito inspirador é a maturidade encontrada no menino. Imagina o peso inserido no ombro de uma criança com apenas onze anos que possuí um câncer terminal? O livro é narrado inteiramente em forma de diário.
O protagonista mais seu melhor amigo buscam esperanças entre eles para poderem sobreviver. Sam resolve, como sabe ter pouco tempo de vida e que cada minuto é uma surpresa, realizar todos os seus desejos. Alguns até banais, mas são os simples que tornam tudo mais especial.
A escrita da autora é cativante. Seu livro, relançado pela Geração no início deste ano, rendeu lágrimas e lágrimas. Ela instiga e intriga o leitor até a última página. Não preciso dizer o quanto me envolvi quando reparei que a história seria narrada por uma criança, não é?
O mais lindo talvez que eu encontrei na leitura foi a falta de exigência do menino. Explicarei melhor: A autora não escreveu um mini-adulto, entendem? Ela escreveu uma criança com medo e sonhos de 11 anos, porém, com uma mentalidade mais formada sobre suas limitações. Adoro essa temática e deve ter sido por isso que, mesmo tanto tempo depois, ainda sinto falta desta história.
Recomendo para todos aqueles que choraram e se envolveram com A culpa é das estrelas. Só que desta vez, é narrado do ponto de vista de uma criança. Não espere uma história narrado por um adulto. Agora é a vez de uma criança conquistar seu coração e fazê-lo acreditar que a durabilidade da vida não é contada em anos, e sim, em momentos.

Sam ama fatos. Ele é curioso sobre óvnis, filmes de terror, fantasmas, ciências e como é beijar uma garota. Como ele tem leucemia, ele quer saber fatos sobre a morte. Sam precisa de respostas das perguntas que ninguém quer responder. ”Como Viver Eternamente”, é o primeiro romance de uma extraordinária e talentosa jovem autora. Engraçado e honesto, este é um livro poderoso e comovente, que você não pode deixar de ler. A autora tem apenas 23 anos e embora seja seu primeiro livro, ele está sendo lançado em 19 países, dirigido a crianças, adolescentes e adultos.
Sempre duvidam da esperteza de uma criança, já repararam? Elas são limitadas a viver. Crescem da maneira que os pais julgam certo, porém, de uma forma engraçada, a criança já vem ao mundo com aquele toque especial. Não sei o que mais me emocionou em Como viver eternamente: Os personagens ou o enredo.
Sam possui 11 anos, porém, o que o diferencia das outras crianças de mesma idade é seu câncer. Mesmo lutando, ele sabe que não conseguirá sair vivo desta. A tentativa de levar uma vida normal, mesma característica encontrada no famoso livro de John Green “A culpa é das Estrelas”, é praticamente impossível, e todos os seus esforços são em vão.
Um ponto intrigante, porém muito inspirador é a maturidade encontrada no menino. Imagina o peso inserido no ombro de uma criança com apenas onze anos que possuí um câncer terminal? O livro é narrado inteiramente em forma de diário.
O protagonista mais seu melhor amigo buscam esperanças entre eles para poderem sobreviver. Sam resolve, como sabe ter pouco tempo de vida e que cada minuto é uma surpresa, realizar todos os seus desejos. Alguns até banais, mas são os simples que tornam tudo mais especial.
A escrita da autora é cativante. Seu livro, relançado pela Geração no início deste ano, rendeu lágrimas e lágrimas. Ela instiga e intriga o leitor até a última página. Não preciso dizer o quanto me envolvi quando reparei que a história seria narrada por uma criança, não é?
O mais lindo talvez que eu encontrei na leitura foi a falta de exigência do menino. Explicarei melhor: A autora não escreveu um mini-adulto, entendem? Ela escreveu uma criança com medo e sonhos de 11 anos, porém, com uma mentalidade mais formada sobre suas limitações. Adoro essa temática e deve ter sido por isso que, mesmo tanto tempo depois, ainda sinto falta desta história.
Recomendo para todos aqueles que choraram e se envolveram com A culpa é das estrelas. Só que desta vez, é narrado do ponto de vista de uma criança. Não espere uma história narrado por um adulto. Agora é a vez de uma criança conquistar seu coração e fazê-lo acreditar que a durabilidade da vida não é contada em anos, e sim, em momentos.
“Este é o meu livro. Iniciado em 7 de Janeiro e terminado em 12 de Abril. É uma coletânea de listas, histórias, fotos, perguntas e fatos. É também a minha história.”







