Oi, oi pessoas!
Hoje eu vim falar um pouco sobre o filme de A Culpa é das Estrelas, que estreou na ultima quinta feira (05/06)
Antes de começar, quero que vocês saibam que eu estou muito abalada com esse filme, e que provavelmente esse será o Sessão Pipoca mais deprimente de todos.. Vou esperar um pouquinho... Pronto?
Okay.
Como todos já sabem, A Culpa é das Estrelas é um grande sucesso divisor de opiniões. Ou você ama, ou você odeia.
Confesso que eu sou parte do time que não se identifica muito com a história, com o autor, com tudo. Mas sábado quando fui ver o filme resolvi não pensar nisso. E então eu não vi o filme de um livro que eu não gostei muito.
Eu vi um filme extremamente comovente e emocionante.
Na trama conhecemos Hazel (Shailene Woodley) uma adolescente de dezessete anos que está no estágio terminal do seu câncer. Ela resolve (por muita influência dos pais) frequentar um grupo de apoio, e em uma das reuniões, conhece Augustus (Ansel Elgort). A química entre os dois é visível logo de cara, e entre brincadeiras e risadas, também virão tristezas e dificuldades, e juntos eles tem que enfrentar isso.
- Me senti ouvindo um áudio book enquanto via o filme (no bom sentido) a forma como as falas do livro foram bem aproveitadas me surpreendeu.
- A trilha sonora é linda, e deixou o filme mais emocionante. Todas as músicas foram usadas e isso é incrível!
- As mensagens de texto tomavam a tela como pequenos balões de conversa.
- Os atores são excepcionalmente competentes. Não posso imaginar quem faria outro Gus como Ansel fez, e fica minha dica para aqueles fãs que gostam de julgar o elenco escolhido antes de ver o resultado:
Vocês podem, com certeza, quase 100% de certeza, queimar a língua.
No fim quando as luzes se acenderam, eu fiquei um tempo sentada ouvindo a maravilhosa musica do Ed. Ri um pouco da minha melancolia, me senti uma Granadinha (Não mais que o Plínio). Existem várias partes durante o filme que te fazem rir, suspirar, chorar. Mas sabem? Hazel e Gus não são tristes. A história nos persegue depois do fim, fazendo-nos pensar em como nos preocupamos com problemas bobos.
“O mundo não é uma fábrica de realização de desejos.”
Mas você pode com os desejos que tem, viver seu pequeno infinito como nunca imaginou.
Então meus lindos leitores, se vocês ainda não viram o filme, ou leram o livro, recomendo que façam isso. Corram pro cinema, peguem a primeira sessão livre e vejam, se encantem, se emocionem.
Se eu tivesse que dar uma nota para esse filme, daria 5/5, pela capacidade de comover uma sala de cinema inteira, e depois me deixar ir para casa com um sentimento estranho no peito. Ressaca de filme? Essa é nova pra mim, mas parece que o tio Verde consegue sempre coisas assim, não é?
Droga. Estou me sentindo uma granada.

